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Conheça um Pouco as Células Tronco Imprimir E-mail
Autoria de Dr. Luiz Gonçalves Pinto   
09 de fevereiro de 2007

 o Brasil, a lei 8.974/1995 veda a "manipulação genética de células germinais humanas" e quem o fez comete crime passível de pena de 3 meses a 1 ano. Para fins terapêuticos, é permitida a pesquisa com células tronco, desde que não sejam embrionárias HUMANAS.

No entanto, no Brasil, a lei permite a pesquisa com células embrionárias que estejam congeladas há pelos menos 3 anos e com o consentimento dos genitores.
Em pesquisas, as células-tronco embrionárias produziram tumores e provocaram rejeição quando transplantadas. Por isso, seu uso é questionado sobre alguns aspectos.

O que já vem sendo estudado há tempos, são as CÉLULAS-TRONCO HEMATOPOIÉTICAS e são usadas no tratamento de muitas doenças.

A célula-tronco hematopoiética é uma célula-tronco adulta e pode dar origem a todas as células presentes no sangue e sistema imune, independentemente da IDADE DA PESSOA. Elas podem ser coletadas na medula óssea, no sangue circulante e no sangue do cordão umbilical e placentário.

As células-tronco hematopoiéticas são padrão de tratamento nas seguintes doenças:

-    Leucemias agudas crônicas;
-    Vários tipos de anemias;
-    Linfomas(Hodgkim);
-    Anormalidades plaquetárias.
-    Distúrbios do sistema imunitário;
-    Cânceres da medula óssea - mieloma múltiplo - câncer como o neuroblastoma.

Também elas têm sido usadas com benefícios em:

-    Câncer de mama, sarcoma de Ewing;
-    Doenças metabólicas herdadas, como as mucopolissacaridoses, síndrome de Hurler, Scheie, Hunter, Sanfilippo, Morquio, Maroteaux-Lamy;
-    Outras doenças como: Doença de Gaucher, Doença de Niemann-Pick, Osteopetrose, Esclerose múltipla;

EM FASE EXPERIMENTAL ELAS ESTÃO SENDO USADAS NAS SEGUINTES PATOLOGIAS:

-    Artrite reumatóide;
-    Diabetes tipo I;
-    Doença de Crohn;
-    Lupus;
-    Doença de Parkinson;
-    Esclerose lateral amiotrófica;
-    Doença de Alzheimer;
-    LESÕES TRAUMÁTICAS DA MEDULA ESPINHAL E AVC;
-    Reparações de órgão como rim e fígado.


Experiências em humanos com células-tronco retiradas da medula óssea e cultivadas em laboratório com substâncias neurotróficas que as tranformam em neurônios estão sendo realizadas em pacientes com doenças neurodegenerativas, mas os resultados são preliminares. Tais técnicas não estão isentas de complicações como desenvolvimento de doenças auto-imunes e endocrinológicas, da formação de tumores, e da necessidade de imunossupressão e antibióticoterapia a longo prazo.

Sem dúvidas, o transplante de células-tronco irá, futuramente, revolucionar as neurociências pelo potencial de reposição neuronal e de aumento da atividade de neurônios remanescentes em casos de lesão cerebral localizada, incluindo lesão medular, traumatismo craniano, doenças metabólicas e neurodegenerativas.


Dr. Luiz Gonçalves Pinto

Última Atualização ( 14 de março de 2007 )
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